segunda-feira, 21 de junho de 2010

SOS PATAS PRECISA DE AJUDA

A jornalista e colega Goretti Queiroz é proprietária do Blog Dog Midia e faz um apelo importante. Nessas últimas chuvas não ficaram desabrigadas apenas famílias. Os cães também sofreram com as chuvas, como ela explica no texto a seguir. Convidamos todos vocês para entrarem nessa corrente de solidariedade aos peludos, que não têm como se defender e dependem unicamente da compaixão dos seres humanos! Para conhecer o Blog Dog Midia, acesse www.dogmidia.blogspot.com

Um grande abraço, Cassia Miranda

SOS 4 patas precisa de ajuda!
Com as últimas chuvas que vêm tumultuando a vida do recifense entrou água no quintal e canis da casa que abriga a SOS 4 Patas. E se antes os cães la abrigados já viviam em situação dificil por causa da lama, agora está impraticável. Hoje eles estão divididos entre o quarto e o banheiro: são 38 cães em dois espaços que não chega a 8 mts quadrados. O Sonho da SOS 4 Patas é fazer um piso nos canis.

O Apelo é de Conceição Maciel que espera poder contar com o minimo de ajuda. "Se cada um colaborar com 1 saco de cimento e 1 mt de areia as coisas podem caminhar e progredir, mas não temos outra opção".

Contato:
Conceição Maciel
cecinhamaciel@hotmail.com
sosquatropatasecia@gmail.com
Fone: 88492360 e 88026984
SOS 4 Patas


"Fazer o bem alegra o coração, e nos conecta com esse universo de luz que está a nossa volta"
(Goretti Queiroz)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Panis et Circenses



Desde a Roma antiga e seus imperadores tiranos, foi criada a política do ‘Pão e Circo’. Por causa dos camponeses que migravam da zona rural, houve um crescimento urbano muito grande, causando sérios problemas sociais. O imperador Caio Augustus, com medo da revolta da população pela falta de emprego, teve a grande idéia de criar a política “panem et circences”, que nada mais é do que alimento e diversão para uma população sem informação. Na Roma antiga, havia as lutas dos gladiadores e, durante elas, eram distribuídos alimentos como trigo e pão. A população se divertia com as lutas, matava sua fome, e não passava pelas suas cabeças, voltar-se contra o império.
Essa técnica não foi esquecida aqui no Brasil. No nosso caso, o presidente (quase imperador) criou o “Bolsa Família”, entre outros benefícios para seu povo. Tantos, que a população sem acesso à informação e sem oportunidade de crescimento, começou a “produzir” filhos em série. Afinal, pra que trabalhar? Com um governo tão bonzinho, o negócio é manter “os menino” na escola! E por trás dessas benesses está uma rede de corrupção que o povo não vê, porque está muito agradecido pelos ‘presentes recebidos’.
Mas este ano, a coisa é muito mais grave: ano eleitoral e Copa do Mundo! Pois é. Haja pão e haja circo! É tanta distração para uma população tão carente de tudo, que dá até medo do resultado das urnas! Já no futebol, a gente tem mesmo que apelar para a sorte, porque nossa seleção tremeu no amistoso contra o Zimbábue, e olhe que eu nem entendo de futebol! O primeiro gol só veio no finalzinho do primeiro tempo e, como sempre, o time só tomou fôlego no segundo tempo. A seleção brasileira tem essa característica: só começa a trabalhar quando, ameaçada, toma gol ou se vê diante de uma possível vergonhosa derrota para um país que talvez nem conste no ranking dos melhores (bem provável).
Em 2010, nossos Coliseus são os estádios, na África do Sul. Quem vai tirar o foco da galera que mora no ‘país do futebol’ ensandecida pelo hexa? Quem vai prestar atenção nas propostas dos políticos que NÓS vamos escolher em Outubro?
O que eu desejo é sorte para a seleção, e discernimento para o povo, na hora do voto. Do contrário, vamos continuar na política do “pão e circo”. (Cassia Miranda)

domingo, 30 de maio de 2010

Serão os jornalistas subprofissionais?

Não vamos entrar no mérito da necessidade ou não do diploma. Essa é outra discussão. Importantíssima, por sinal. Mas o que me traz aqui hoje é a seguinte pergunta: com que olhos empresas, empresários, profissionais liberais, enfim, leigos em Assessoria de Comunicação nos enxergam? O que será que eles vêem? Como a versão ‘new age’ de São Francisco de Assis? Como pessoas que cursaram universidades, se especializaram em divulgar informações e cuidar da imagem das empresas e das pessoas com competência, só por hobby? Como pessoas que não precisam pagar contas e se sustentar e também suas famílias?
O assessor de comunicação ou as Assessorias, elas têm custos, pagam impostos, pagam seus telefones convencionais e celulares, pagam estagiários, jornalistas, terceirizados, e trabalham como médicos plantonistas: 24h no ar. Nós não desligamos celulares, passamos o dia em função dos nossos clientes para mostrar um trabalho bem feito e acima de tudo, com comprometimento.
Muitas vezes recebemos propostas indecentes! Assessorar empresas, pessoas físicas, políticos, profissionais de qualquer setor, por um valor que não se pode sequer chamar de “simbólico”, ou ouvimos aquela velha frase “estamos sem condições de contratar agora, mas num futuro próximo, talvez.”, mas querem o nosso serviço pra agora! Ou pior, pedem orçamentos para coberturas de eventos gigantescos, para trabalho de nível nacional, e em seguida, pedem para baixarmos o valor pela metade ou até mais que isso!”
Será que essas pessoas tão informadas, tão estudadas, tão-tão-tão... acham que jornalistas são subempregados, voluntários natos ou ricos excêntricos, que na falta do que fazer, resolveram ir trabalhar? O que será que se passa nessas cabecinhas tão espertas? Ou ignorantes? (no sentido de ignorar o que é uma Assessoria de Comunicação).
Então, queridos, sentimos informar-lhes que nosso trabalho é árduo, tanto quanto o seu. Nós passamos por universidades, temos diploma, somos sindicalizados, temos família, pagamos conta, viajamos e queremos o melhor pra nós. Assim, como vocês.
Às vezes, quando recebemos essas ofertas absurdas, temos vontade de inverter os papéis. Será que sua empresa, ou você, pessoa física, que quer ter reconhecido seu trabalho nas mídias existentes (e são muitas hoje em dia), fariam para nós, jornalistas, seus trabalhos “for free”. Apesar de já sabermos a resposta, queríamos que ela saísse das suas bocas. Pra que vocês se sentissem como a maioria de nós se sente. Como se tivéssemos estudado, nos especializado, por mera falta do quê fazer!
Jornalismo não é voluntariado. E nós ou a grande maioria, certamente fazemos nosso voluntariado e damos a sociedade nossa parcela como cidadãos. Jornalistas e suas famílias comem, pagam contas e têm famílias. Um pouquinho de respeito é bom e todos nós gostamos. Inclusive, vocês! Ou não? (por Cassia Miranda e por todos os jornalistas que recebem propostas indecentes. E somos muitos!) *Este texto surgiu de uma conversa entre alguns jornalistas que conheço...e são muitos!

sábado, 29 de maio de 2010

Correntes...bah!

Amigos,

Vou aproveitar este espaço que, democraticamente, é todo nosso, para lhes pedir um favorzinho.
Não é nada demais, nem coisa do outro mundo.
Meus amigos e seguidores do Facebook, Twitter; meus leitores conhecidos e desconhecidos, enfim, quem tiver meu email em seus mailing lists: NÃO ENCAMINHEM "CORRENTES" para mim!

Peço-lhes por motivos simples:
1- Eu sofro de uma paranóia que se chama "e se eu não enviar essa maldita corrente?";
2- Eu não acredito em correntes, simplesmente porque tudo que me pedem, eu faço e, até hoje, não vi retorno algum (já era para eu estar milionária, no melhor emprego do mundo, passeando e conhecendo o mundo, entre outras promessas);
3- Nunca recebi o prometido telefonema, nem a pessoa que eu mentalizei chegou à minha porta, nem ganhei muito dinheiro repentinamente, 'de onde jamais esperava';
4- Tenho coisas mais importantes para fazer, para ler, para assistir, para torcer...;

E, por último, mas não menos importante, TODAS AS CORRENTES que me enviarem a partir de agora, quero que fiquem cientes, elas vão parar em mim. Não darei continuidade nem a minha paranóia, nem ao desespero de vocês, que são correntes-dependentes!
Pronto. Falei!

Amo todos vocês, meus amigos, meus leitores, todos. Não vai ser por causa dessas correntes que vamos deixar de nos gostar, de nos falar, de nos ver, enfim...

Já estou dando pulos de alegria desde esse momento. Porque sei que todos vão me entender.
Ah! Mesmo que não seja corrente religiosa, mesmo que seja até uma coisa legal, comentem comigo, mas não me enviem nada que termine com: "você tem x minutos para enviar..."; "eu sei que você gosta de mim e por isso vai enviar para todos os seus amigos...", "não deixe que essa preciosa informação pare em você",entre tantas outras baboseiras que finalizam tais emails.

E tem mais uma coisa que eu esqueci de dizer: essas correntes já me causaram transtornos com amigos que as detestam, mas que na obrigação que minha paranóia sente, eu acabo enviando para todos eles! Não quero mais discutir por causa disso. Eu adoro meus amigos e não vai ser uma CORRENTE, que me tirará esse prazer.

Ufa! Acho que agora vou me livrar desse maldito lixo eletrônico!